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A Diferença entre Ninjas e Samurais

terça-feira, 13 de dezembro de 2011 0 comentários

Samurais

Os Samurais serviam como soldados da aristocracia do Japão entre 1100 e 1867. Com a restauração Meiji a sua era, já em declínio, chegou ao fim. Sua principal caracteristica era a grande disciplina, lealdade e sua grande habilidade com a Katana.

Um termo mais apropriado para Samurai é Bushi (武士) (significando literalmente "guerreiro ou homem de armas") que era usado durante o período

Edo. No entanto, o termo "Samurai" refere-se normalmente à nobreza guerreira e não por exemplo à infantaria alistada. Um Samurai sem ligações a um clan ou Daimyo era chamado de Ronin (literalmente "homem-onda"). Ronin são também Samurais que largaram a sua honra ou aqueles que não cumpriram com o Seppuku, que significa dividir a barriga, de modo a repôr a honra do seu clan ou família. Samurais ao serviço do Han eram chamados de Hanshi.

Era esperado dos Samurais que eles não fossem analfabetos e que fossem cultos até um nível básico, e ao longo do tempo, durante a era Tokugawa (também chamada de período Edo), eles perderam gradualmente a sua função militar.

Pelo fim da era Tokugawa, os Samurais eram burocratas aristocráticos ao serviço dos Daimyo, com as suas espadas servindo para fins cerimoniais. Com as reformas da era Meiji, no final do século XIX, a classe dos Samurais foi abolida e foi estabelecido um exército nacional ao estilo ocidental. O rígido código Samurai, chamado Bushido, ainda sobrevive, no entanto, na atual sociedade japonesa, tal como muitos outros aspectos do seu modo de vida.


Ninjas

Eram membros de uma organização secreta mercenária de infiltração, no Japão feudal do século XIV. Seus trabalhos envolviam espionagem, assassinato, sabotagem, dentre outros.

Ninjas seguiam um código de conduta, o Ninpo. Atualmente existem pessoas que praticam uma arte marcial baseada nas técnicas dos Ninjas, o Ninjutsu.

As espadas Ninja, conhecidas por Ninja-To, eram devidamente adaptadas a suas técnicas. Ao contrário da espada Samurai, a Ninja-To possuía a lâmina reta, para que o seu ocultamento fosse facilitado e para que ela produzisse menos ruídos ao ser usada.

Além das espadas, os Ninjas utilizavam também vários outros equipamentos e armas, que eram importantes recursos em suas missões. A Kaginawa, ou corda com gancho, era muito utilizada para ultrapassar muros e similares. Alguns loucos do pão facilitavam a prática da escalada e posteriormente vieram a ter outras utilidades, como, por exemplo, servir de arma e instrumento de defesa. Algumas escolas usavam bombas de fumaça para facilitar suas fugas.

Shakens ou Shurikens, as conhecidas "estrelas Ninja", também eram utilizadas largamente. O Shinobi Shozoku, ou uniforme Ninja, tinha por função camuflar o Ninja no ambiente, de modo a facilitar a sua "invisibilidade". Assim sendo, na maioria das vezes ele era totalmente preto, pois os Ninjas costumavam trabalhar à noite.

Um fato curioso é que também havia mulheres Ninja, denominadas Kunoichi. Entre outras vantagens características delas, as mulheres Ninja usavam a sedução no trabalho, pois além de seu treinamento normal junto com seus companheiros do sexo masculino, também recebiam treinamento especial na arte da sedução, na arte de elaboração e aplicação de venenos e usavam o Tessen (leque) com lâminas de metal, assim como as das espadas. Atuavam combatendo ou seduzindo homens de alto poder político; com a sedução elas conseguiam maior facilidade em obter as informações secretas de que precisavam.

Os Ninjas não trabalhavam por interesses pessoais, eram contratados por senhores feudais para executar serviços de sabotagem, assassinato ou apenas espionagem, seu código de honra impedia que ele fosse capturado vivo, para evitar tortura e a revelação dos interesses daquele que o contratou, sendo assim, o Ninja cometia suicídio.

A arte dos Ninjas é denominada Ninjutsu. O Ninjutsu é talvez a mais complexa e completa de todas as artes marciais, pois possui vários ramos e técnicas específicas para determinadas situações, o que o torna muito difícil de se definir. Atualmente, 9 escolas tradicionais de Ninjutsu estão reunidas numa organização mundial que se denomina Bujinkan (Organização do Deus Guerreiro) que tem como Soke (Grande Mestre) Masaaki Hatsumi, perfazendo uma tradição de mais de 3000 (três mil) anos que, segundo a tradição, foi iniciada pelo Soke Daisuke Shima (Togakure). Cada escola tem as suas peculiaridades e preferências por determinados estudos. Entre as inúmeras técnicas do Ninjutsu, estão: a arte da invisibilidade, luta desarmada e armada (envolvendo o manejo de espada, bastão, lança, armas com corrente e outras mais exóticas), pressão de pontos vitais (o que podia levar o adversário a dores insuportáveis ou até mesmo à morte), técnicas especiais de fuga, métodos de caminhar silenciosamente, escalada de obstáculos, luta dentro d'água, envenenamento, hipnose, treinamento de flexibilidade das juntas (o que facilitava fugas de amarras) e, finalmente, a arte dos disfarces, que envolvia também técnicas de dramatização, o que possibilitava o Ninja se passar por outras pessoas.

Apesar da tradição de 3000 anos, as primeiras aparições Ninja vão ocorrer, no Japão, a partir do séc. VI até a era Meiji, no séc. XIX, a utilização desses agentes como espiões foi aos poucos diminuindo e adentrando, novamente nas brumas da história, para renascerem mais tarde, por exemplo, durante a Guerra Russo-Nipônica em 1905 e no período que marca a Segunda Grande Guerra 1939-1945. Um registro importante é que, enquanto os Samurais ainda procuravam entender a eficiência das armas de fogo levadas ao japão pelos portugueses, os Ninja de pronto já incluiram essas armas em seu arsenal e passaram a utilizá-las em suas operações. Fato é que os Ninja, com a restauração Meiji, foram integrados às forças policiais e militares do Japão e isso ocorre até hoje, não só no Japão, mas no mundo, porquanto o Ninjutsu já é uma arte marcial espalhada pelo planeta e utilizado em larga escala pelos organismos estatais que necessitem silêncio e eficiência em suas operações. O universo Ninja ainda é tema constante na indústria do entretenimento japonês, sendo explorado nos games, mangás e desenhos animados. Com certeza o que mais fascina o ocidental nesses formidáveis guerreiros é o mistério que os cerca, mistérios milenares.

a alma dos samurais

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Um instrumento que simboliza a cultura japonesa, numa época de glórias e inglórias, manchada pelo sangue e marcada pela inabalável tradição, carrega a alma de uma era.
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© Wikicommons.
No Japão feudal, estado submerso por ditaduras militares e isolado do resto do mundo, na era que percorreu os anos entre 1100 e 1867, existiram homens que personificaram a honra e glorificaram a tradição. A história os chama de samurais, homens de prumo forte, homens que alcançaram as mais difíceis virtudes por meio da disciplina. Homens com apurado senso de justiça, lealdade e fidelidade para com eles mesmos, para com o próximo, para com seus líderes, seu país e sua história. Eram guerreiros não somente pela bainha preenchida ou pelos combates, mas porque enfrentaram uma grande jornada espiritual e social para serem dignos dos atributos que lhes conferiam o prestigiado nome de samurai.
Como soldados da aristocracia japonesa, os samurais ocupavam um alto status na sociedade nipônica daquela época. Eram dotados de grande capacidade e paciência para entender e absorver os ensinamentos de Bushido – o caminho do guerreiro. O Bushido era uma espécie de código de conduta, que exigia maestria para lidar com as mais diversas circunstâncias de maneira serena, moral e nobre, com introspectivo respeito às tradições e à história. Esta conduta era influenciada pelo budismo, xintoísmo e pela filosofia de Confúcio.
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O principal instrumento de um samurai, no entanto, era a katana, ou nihon-to. A famosa espada que vemos em filmes ou ilustrações era como uma extensão do próprio guerreiro. Considerada a alma do samurai, a katana retratava a força, a coragem e a disciplina do homem que a carregava. Para além do seu sentido material, como instrumento de guerra, a espada era encarada como filosofia de vida. Simbolizava a castração de todas as impurezas que contaminavam a sociedade. Aos samurais também era concedido poder perante os civis.
A típica arma, com no mínimo 60 centímetros, era confeccionada com a mais alta categoria do engenho e competência orientais. Sua elaboração era um verdadeiro ritual, muito respeitado pelos artesãos e guerreiros. Com uma leve curvatura e ponta semi-curva – por isso o samurai embainhava sua espada na altura da cintura – sua fabricação nem sempre seguiu um único método de produção, e a evolução desse processo originou diferentes espadas em diferentes épocas. Sua forma mais robusta e compacta, com o gume virado para cima, foi confeccionada para rápidos golpes de corte. A katana foi desenvolvida para ser implacável.
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A autêntica espada japonesa é feita da combinação de dois tipos de aço. Esta combinação, que extrai os melhores atributos dos dois tipos do metal, resulta num material que torna a espada mais maleável, com uma extraordinária potência de corte em ação. Sua confecção se dá aquecendo e martelando durante vários dias um bloco desses dois aços combinados. Uma vez livre das impurezas que o material possa conter, o artesão começa a dar-lhe a forma de uma espada, e a katana é ligeiramente curvada num processo suave e paciente.
Para tratar a lâmina, usa-se uma mistura especial de argila úmida e cinzas de pedra ou ferrugem. Esta mistura é aquecida e, em seguida, resfriada em água ou óleo, a fim de temperá-la. Em seguida é endurecida em um calor acima de 800° C. Logo após é iniciado o processo de polimento que pode levar até três semanas, até a lâmina obter um acabamento espelhado. Todo este processo pode sofrer pequenas alterações de acordo com o artesão.
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Depois da 2ª Guerra Mundial, a produção de katanas diminuiu drasticamente. Hoje, raramente é fabricada artesanalmente, mas apenas em versões industriais, imitações em série, sem corte, para decoração ou prática de algumas artes marciais.
Passada a era dos samurais, a katana é agora item de grande valor histórico, considerada a espada de maior qualidade já produzida pelo homem, venerada por historiadores e colecionadores de todo o mundo por sua excelência artesanal e artística, além de ser referência cultural e simbolizar uma época.
A katana era a alma do guerreiro, era a extensão do seu corpo, que adquiria movimentos teatrais ao desembainhá-la, para a morte ou para a arte.
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Katana

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Espada samuira

A espada tinha um papél importante nas múltiplas camadas da sociedade dos samurais do período feudal japonês. Por um lado, as espadas eram um símbolo de posição do samurai, como somente o samurai foram autorizados a usá-los em público. E desde que os samurais eram guerreiros por profissão, mas também as suas espadas consideradas como ferramentas de trabalho.
Samurai famosos escritos sobre esgrima
O samurai estudou esgrima com seriedade, e alguns mestres da arte de lutar com uma espada se tornou famoso. Uma das mais célebres foi Miyamoto Musashi, autor de O Livro dos Cinco Anéis ". Este livro, publicado em 1643, foi uma cartilha sobre a esgrima. Em anos mais recentes, empresários do Japão e outros países começaram a lê-lo por seu valor metafórico.
Yagyu Munenori (1571-1646) foi um samurai de alto escalão, que também escreveu e ensinou sobre a arte da esgrima. Ele distingue entre a "espada que dá vida" ea "espada da morte." Uma espada pode ser "doador de vida" se ele matou um homem mau, porque futuras vítimas do vilão, então, ao vivo. A "espada de matar", é claro, era uma lâmina que derrubou o inocente junto com os ímpios.
A Arte da Espada de decisões
Espada qualificados decisores foram também altamente respeitada, e seu trabalho foi realizado sob condições de Xintoísmo de pureza ritual. Para um samurai, uma espada foi um investimento considerável, e as lâminas eram frequentemente transmitidas através de gerações sucessivas de pai para filho. Cada smith espada tentou criar uma "imagem de marca" das sortes, e marcou sua lâminas terminou de uma forma distinta.
As espadas eram importados pela primeira vez ao Japão e Coréia durante o terceiro século. A lâmina curva única de estilo japonês surgiu em torno de 900. ferreiros espada japonesa produziu outras inovações também. Combinando metais duros e moles em uma lâmina, eles foram capazes de criar espadas que eram mais nítidas, mas resistente o suficiente para cortar a armadura e ossos. A espada do samurai bem trabalhada poderia cortar um homem completamente ao meio com um único golpe.
espada japonesa de decisões atingiu o seu pico por volta de 1200, e lâminas feitas no Japão estavam em grande demanda na China e na Coréia. Em meados de 1400, dezenas de milhares de espadas japonesas foram exportados para a Ásia a cada ano continental.

SAMURAI-O Guerreiro da Honra

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TOKUGAWA IEYASU

 

Os samurais eram a classe guerreira do Japão feudal. Eles surgiram como uma classe distinta e formalmente definido por volta do século XII. O samurai esculpido o seu nicho em um país dividido, e acabou perdendo seu status quando o Japão foi finalmente unificado.
Em 1100, o imperador governou o Japão de sua corte em Heian-kyo (agora de Quioto). No entanto, "governado" pode ser uma palavra muito forte. O Imperador era o soberano teórico, mas no Japão foi de nenhuma maneira uma nação unificada. Não foram repetidas lutas entre os senhores da guerra feudal do país para a dominação. O samurai se tornou a agentes desses senhores da guerra, tanto quanto os cavaleiros da Europa medieval eram os servos dos senhores feudais do Continente. Com nenhum real do governo central, os samurais foram os instrumentos do poder político para a aristocracia feudal. Para os plebeus, o samurai às vezes esculpido em bolsões de ordem civil. Em outros momentos, eles saquearam e pilharam as aldeias a mando de seus senhores.
O Samurai contra o cavaleiro europeu

Apesar de sua semelhança com o soldado profissional europeu do período medieval, seria um erro simplesmente descrever o samurai como um cavaleiro japonês. O samurai foi de muitas maneiras diferentes de o cavaleiro da Europa Medieval. Considerando que a formação de cavaleiros enfatizou habilidades marciais, um samurai tinha que ser um homem de cultura também. O samurai estudou poesia, caligrafia, artes plásticas e outras, além de técnicas de combate.
Outra diferença fundamental é ser encontrado no conceito de honra. O conceito de honra samurai não inclui o dever de cavalaria para defender as mulheres e os membros mais fracos da sociedade. A idealização da mulher que foi defendido na literatura medieval européia era desconhecida para os samurais japoneses. Além disso, também não havia igreja cristã no Japão para dar aos samurais uma causa maior, espiritual. Embora a maioria dos samurais eram adeptos do budismo Zen, faltava-lhes o sentido religioso da missão que os seus homólogos europeus possuíam.
Samurai Valores
Os valores do samurai núcleo foram lealdade ao seu senhor feudal, auto-controle e coragem na batalha. O samurai frequentemente realizadas lealdade a extremos ridículos. Alguns se suicidou ao saber da morte de seu senhor feudal. Esta prática foi oficialmente abolida em 1663, mas persistiu nos círculos militares, durante muitos anos. Em 1912, muito depois de os samurais tinham passado à história, o general japonês cometeu suicídio Nogi ao saber da morte do imperador Meiji. Vários ex-soldados japoneses do suicídio era a II Guerra Mundial cometidos quando o Imperador Showa morreu em 1989.
Porque eles viveram tão perto da morte, o samurai tinha de cultivar um sentimento de estoicismo. Isto foi reforçado pelo Zen Budismo e literatura samurai. Um texto importante, a Hakagure ("Hidden Entre Folhas") afirma que o guerreiro deve estar sempre preparados para enfrentar a morte, no momento seguinte.
Dada a sua importância durante o período feudal, os samurais estavam no auge da hierarquia social. Eles estavam acima da lei, em muitos aspectos, sob o código de gomen Kirisute, um samurai poderia legitimamente matar algum membro de uma classe mais baixa que o insultou. Como resultado, a maioria dos membros das outras classes sociais tratados os samurais com respeito e cautela.
Armadura de Samurai, Armas e Combate
O samurai se tornou associado com a espada, mas este era um desenvolvimento posterior. primeiros guerreiros do Japão lutou a cavalo com arcos e flechas. Quando a luta em pé, guerreiros usaram uma ampla variedade de armas. Um dos mais incomum foi a naginata, que consistia de um longo cabo de madeira e uma lâmina curvada. A naginata poderia ser usado por esfaquear, cortar, ou cortar os oponentes.
Cedo armadura japonesa era tão leve que não iria retardar ou dificultar cavalos movimentos corporais. Um combatente a cavalo, tinha de ser capaz de facilmente girar em torno de seu corpo superior ao fogo em um inimigo que foi para um lado ou do outro. A maioria armadura composta de pequenos pedaços de metal sobrepostos. armaduras pessoais também podem incluir uma couraça, um capacete e uma máscara.
Como tradição samurai desenvolvidos, os combates em si se tornou altamente ritualizado. Era costume os dois lados opostos de começar por encontrar-se em extremos opostos do campo de batalha. Os guerreiros com a reputação mais temível, então, gritam insultos e desafios para o inimigo, uma ousadia deles para montar para fora e engajá-lo na batalha. Isto continuou até os duelos individuais tornou-se tão numerosos, que se misturaram em um grupo de batalha caóticos.
Em algum ponto os samurais começaram a prática horrível de tomar cabeças. Depois de uma batalha, o lado vencedor coletadas as cabeças dos inimigos mortos. Estes foram posteriormente apresentadas aos seus senhores da guerra para comemorar a vitória.
Ser decapitado era ruim o suficiente, mas um destino ainda pior para um samurai era a captura em combate. Isso geralmente significa uma morte agonizante humilhante. Quando acuado pelo inimigo em uma situação desesperadora, cometer suicídio era visto como o menor de dois males. Até 1400, a prática de estripação ritual, ou seppuku / 切腹, foi amplamente estabelecida.
armas japonesas, armaduras e táticas de batalha evoluiu ao longo do tempo. Durante os séculos IX e X, espadas e lanças começaram a substituir arcos e flechas como armas de escolha. Dentro de algumas centenas de anos, a espada que até mesmo se tornar o símbolo de status do samurai. O costume do samurai era usar duas espadas, uma katana longa, ou a espada de combate, e uma wakizashi, espada curta usada para estripar-se ou cortar a cabeça de um inimigo morto.
O movimento desde a proa até a espada exigiu uma mudança na armadura. A flexibilidade necessária para lutar eficazmente com uma espada feita armaduras impraticável. Esgrima também necessária uma maior visibilidade, de modo capacetes e máscaras foram gradualmente eliminados.
As armas estavam disponíveis no Japão desde 1500. No entanto, a arma foi inicialmente rejeitadas pela maioria dos samurais, por diversas razões. De acordo com o código do Bushido / 武士道, a arma, que poderia matar a uma distância foi a arma de um covarde. Além disso, a maioria das armas de fogo europeus eram ainda difíceis de usar, e propenso a falhas de ignição. (Havia, no entanto, algumas exceções notáveis, que confirmava a regra. Oda Nobunaga ganhou a batalha de Nagashino em 1575, empregando armas em massa no campo de batalha.)
Samurai táticas de combate foram desafiados por estranhos, quando as forças de Kublai Khan Mongul invadiram o Japão duas vezes durante o ano de 1200. O Monguls empregado táticas de batalha para a qual o samurai mostraram despreparados. Considerando que o samurai favorecidas ritualizada, de homem para homem de combate, o Monguls lutaram como unidades. O Monguls também não tiveram escrúpulos em armas covardes que mataram um inimigo de longe. Catapultas e explosivos primitivos foram incluídos no arsenal Mongul. O Japão só se salvou da dominação Mongul por dois tufões por acaso que naufragou duas vezes as frotas de invasão Mongul.
O Declínio do Samurai

No início dos anos 1600, Tokugawa Ieyasu unificou o país, pacificar os senhores da guerra daimyo rebelde e pôr fim à era do Japão da guerra civil. O shogunato Tokugawa manteve a paz durante os próximos 250 anos. Esta foi uma boa notícia para a população em geral, mas uma má notícia para o samurai.
Com o fim da guerra constante, a principal fonte de emprego samurai foi varrida. Os samurais eram forçados a se tornarem administradores em tempo de paz. Muitos foram empregados nessa qualidade pelos daimyos regional, que agora comunicada ao shogun em Edo. O samurai também pode encontrar emprego na bakufu / 幕府, o governo central instituído pelo shogun.
Em última análise, no entanto, não foram suficientes desses empregos para ir ao redor. Os samurais eram muito mais numerosos do que os aristocratas da Europa Medieval, que contava com cerca de cinco por cento da população japonesa. O resultado desse desequilíbrio foi o desemprego em massa entre os samurais. Os samurais que não conseguiam encontrar trabalho pode tornar-se ronin, itinerante mestre. Estes ronin, muitas vezes organizados em gangues, e percorriam o campo como bandidos.
Além disso, foi um conflito crescente entre o samurai eo crescente classe comerciante. O samurai teve muito tempo considerada a classe dos comerciantes como pouco mais que uma necessidade mal. Agora, no entanto, os comerciantes foram ganhando mais poder. Como a situação financeira global dentro da classe samurai se deteriorou, muitos guerreiros se tornou altamente endividados aos comerciantes. Incapazes ou relutantes em pagar, esses samurais, muitas vezes usaram suas conexões no governo bakufu, que às vezes agia em nome do samurai endividados, e os comerciantes pressionaram para liquidar as dívidas com taxas reduzidas.
O golpe final para o samurai veio em 1853, quando EUA comodoro Matthew Perry navegou pelo porto de Tóquio e exigiram que o bakufu abrir o Japão ao comércio exterior. O bakufu estava indeciso diante das exigências americanas e sentimento popular se voltou contra ele. O bakufu assinou um tratado com os Estados Unidos que efetivamente abriu o Japão para o mundo exterior. Logo estrangeiros (primeiro os americanos, então os europeus) começaram a criar assentamentos de negociação; e influências ocidentais abruptamente começou a verter para o país.
Dentro da classe dos samurais, houve uma revolta generalizada sobre a nova presença estrangeira. Os estrangeiros foram banidos do solo japonês desde o início dos anos 1600, quando o shogun expulsou os europeus, sob pena de morte. Agora eles estavam forçando seu caminho de volta, e as bakufu parecia impotente para detê-los. A situação foi agravada pelo fato de que o Imperador havia se recusado a aprovar o tratado americano.
A repercurssão dos samurais na abertura do Japão

Alguns dos elementos mais reacionários da classe samurai respondeu virando-se para o terrorismo. Eles atacaram os europeus, os funcionários bakufu, e qualquer um que parecia estar colaborando com os estrangeiros. A maioria desses terroristas eram samurais, os jovens desempregados. Sua grito de guerra foi jōi sonnō / 尊 皇 攘夷 ("Reverencie o Imperador e expulsar o estrangeiro"). Insatisfeito com o medo presente e do futuro, esses samurais disenfranchised sonhava em voltar a uma época passada.
O governo bakufu finalmente caiu. Em 1867, o último shogun, Keiki, renunciou sob pressão do samurai. A autoridade do bakufu foi cedido para o Imperador. Esta transferência de poder do bakufu ao imperador ficou conhecido como a Restauração Meiji.
Os samurais que acreditavam que a restauração do poder Imperial levaria a uma nova era dourada para a sua classe logo desapontado. Imperador Meiji queria transformar o Japão em uma potência de estilo europeu, e não de transportes do país remonta ao período feudal. Em 1871, os domínios feudais dos daimyo foram abolidos em favor de um sistema da prefeitura. Na primeira, o governo central do Japão continuou a emissão estipêndios ao daimyo e seus samurais, mas este revelou-se demasiado grande um fardo. O resultado era mais dificuldades financeiras para o samurai.
No governo japonês da década de 1870 também estabeleceu um exército de estilo ocidental de recrutas conscritos. Em 1876, foi aprovada uma lei que proibia qualquer pessoa, mas os membros do exército de usar espadas em público. O samurai consideradas suas espadas como símbolos de sua categoria e virilidade, assim, a proibição foi uma ofensa imperdoável.
Era apenas uma questão de tempo antes do samurai respondeu com força. A Rebelião de Satsuma 1877 foi o último suspiro da classe dos samurais. A rebelião foi liderada por Saigo Takamori, um daimyo desiludido que ironicamente contribuiu para a Restauração Meiji. Em fevereiro de 1877, ele e suas tropas marcharam contra a capital. Levou as forças do governo central sete meses para conter a revolta.
Quando ele percebeu que sua causa estava perdida, Saigo Takamori tirou a própria vida no campo de batalha. Ele é lembrado hoje com uma mistura de sentimentos. Por um lado, ele era um reacionário que resistiram marcha do Japão em direção à modernidade. Por outro lado, porém, ele é admirado por alguns por seu compromisso com seus ideais, mesmo que eles acabaram as erradas.


guerras japonesas

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Período Kamakura (1192-1333)

Yoritomo, do clã vencedor Minamoto, estabeleceu um governo militar, ou xogunato, em Kamakura. Isso significou o fim do antigo sistema monárquico e o início do exercício do poder pela classe dos samurais, baseada num sistema feudal. O xogum e sua administração, o bakufu, apesar de serem a autoridade mais forte do Japão, não constituíam o governo oficial do país: na teoria, a corte imperial de Kyoto desempenhava essa função. Depois da morte de Yoritomo, assumiu o poder a família Hojo. Nesse período, o governo do país foi exercido de maneira obscura. O titular era o imperador, que se encontrava em Kyoto, mas seus poderes eram exercidos de fato por um imperador "aposentado", que costumava ser o pai do primeiro. O imperador "aposentado", por sua vez, delegava o poder ao xogum militar de Kamakura, e o próprio xogum era dominado pelo regente Hojo. Durante grande parte do século XIII, o Japão viveu em relativa prosperidade. A população aumentou, os povoados começaram a crescer e alguns se converteram em cidades. Ampliou-se o comércio com a China, com aquisição de riquezas e novas idéias. O código de honra dos samurais, de uma simples série de lealdades feudais, transformou-se em vigoroso código moral, que se manteve nos séculos posteriores. Durante a regência da família Hojo, houve duas invasões de mongóis procedentes da China, onde haviam conquistado o poder. Em ambas (1274 e 1281), os mongóis foram derrotados pelos japoneses, com a ajuda de dois violentos e oportunos furacões. O kamikaze, ou "vento divino", fez os japoneses acreditarem que eram um povo protegido pelos deuses. A derrota mongol foi de importância crucial na história japonesa e contribuiu como nenhum outro acontecimento anterior para criar um arraigado sentimento de orgulho nacional.
Xogunato Muromachi ou Ashikaga (1338-1573)
Em 1318, o príncipe Takaharu subiu ao trono imperial com o nome de Go-Daigo. Em 1333 retornou a Kyoto, fato conhecido como restauração Kemmu, e tentou recuperar o governo direto. Não obteve êxito, e a família Ashikaga estabeleceu um bakufu no distrito de Muromachi (Kyoto) com a mesma estrutura de seu predecessor de Kamakura. Nesse período surgiu uma nova classe de senhores feudais, os daimios, de base camponesa. O xogunato sofreu um progressivo enfraquecimento, que conduziu a uma sangrenta guerra civil, a guerra Onin (1467-1477) entre os partidos Kosokawa e Yamana. O confronto teve como conseqüência a extinção do poder político do bakufu. O Japão entrou, então, num período de desordem. O poder feudal dos daimios predominou nessa época, conhecida como "país em guerra".
"País em guerra" e unificação
Os daimios conquistaram um poder quase ilimitado em seus domínios e chegaram a cunhar moedas. Simultaneamente, muitos jovens se lançaram à busca de riquezas no litoral chinês. Os piratas japoneses levaram o terror aos litorais da China, Filipinas, Tailândia, Formosa, Indonésia, Malásia e Indochina. Os viquingues do Oriente, como foram chamados, encontraram, no entanto, um poderoso rival nos navios portugueses, maiores e armados com canhões. Os missionários jesuítas espanhóis e portugueses obtiveram relativo êxito na imposição do catolicismo à classe aristocrática japonesa. A penetração européia favoreceu o comércio e familiarizou os japoneses com as armas de fogo, fato importante para uma sociedade militarista. Os mosquetes que o senhor de Tanegashima havia comprado de aventureiros portugueses em 1543 multiplicaram-se com surpreendente rapidez. Entre 1550 e 1560, um dos daimios, o genial estrategista Oda Nobunaga, conseguiu dominar os demais e estabelecer um só estado. A capacidade de adaptação dos japoneses às inovações estrangeiras manifestou-se quando Nobunaga derrotou a cavalaria samurai, empregando armas de fogo. O processo de unificação continuou com seu sucessor Toyotomi Hideyoshi, que em 1590 tinha sob seu domínio todo o Japão, de Kyushu, no sudoeste, a Tohoku, no nordeste.
Xogunato dos Tokugawa (1603-1867)
Com a morte de Hideyoshi, Ieyasu, do clã Tokugawa, ganhou a batalha de Sekigahara em 1600 e conseguiu a supremacia nacional. Em 1603 fundou o bakufu de Edo (Tokyo), mais conhecido como xogunato dos Tokugawa, que durou até 1867. Uma das principais decisões do governo de Edo foi, em 1639, fechar o Japão à penetração estrangeira. A partir dessa data, somente foi permitida a entrada de navios chineses e holandeses previamente autorizados. Em conseqüência disso, a sociedade japonesa permeneceu isolada por mais de dois séculos. As características principais desse xogunato foram: (1) a auto-suficiência econômica; (2) o estrito controle da natalidade; (3) o triunfo do budismo zen entre os samurais; (4) o estabelecimento de uma disciplina feudal, em que os daimios tinham grande quantidade de "fiéis guerreiros", os samurais, que os serviam em troca de dinheiro ou de outro tipo de mercadoria, mas nunca de terras; (5) o florescimento da literatura em língua vulgar (século de Osaka, 1650-1750); (6) a criação, ao lado do teatro tradicional nô, de um teatro vivo, meio cantado, meio falado, o kabuki. Em 1853, a chegada de uma frota americana sob o comando de Matthew C. Perry a Uraga-ko foi o detonador que introduziu o Japão na era moderna.
Período Meiji (1868-1912)
Em 1868, os samurais de Satsuma, Choshu, Tosa e Saga suprimiram o xogunato dos Tokugawa com o grito de "Sonno joi" (Reverenciai o imperador! Fora os bárbaros!). O imperador Mutsuhito, que havia subido ao trono em 1868, foi encarregado de pôr em prática a modernização da sociedade japonesa, que, entretanto, não perdeu seus valores tradicionais. As transformações socioeconômicas mais importantes foram a abolição do feudalismo, a igualdade de todos os japoneses e a introdução e desenvolvimento da grande indústria e do moderno sistema bancário. Do mesmo modo, organizou-se o ensino de acordo com os modelos europeus, foram impulsionados os sistemas de comunicação e transporte segundo a tecnologia ocidental, modernizou-se o sistema financeiro, promulgou-se em 1889 uma nova constituição que consagrou a monarquia hereditária e criaram-se um exército e uma marinha potentes e modernos. As guerras vitoriosas de 1894-1895, contra a China, e de 1904-1905, contra a Rússia, elevaram o Japão à categoria de potência mundial.
Participação do Japão nas guerras mundiais
O imperador Mutsuhito (Meiji) morreu em 1912 e sucedeu-lhe seu filho Taisho ( "A grande integridade", 1912-1926). O Japão entrou na primeira guerra mundial ao lado dos aliados, de acordo com o tratado firmado com o Reino Unido, mas limitou sua participação à ocupação das ilhas alemãs no Pacífico e da península de Shandong. Entre 1918 e 1929, o governo japonês pôs em prática uma política de moderação, traduzida em redução do poder militar e da burocracia, em maior liberdade para a atividade sindical e contenção da expansão na China. No entanto, a grande depressão econômica de 1929 provocou uma virada radical nessa orientação. Os setores militaristas aproveitaram o descontentamento social criado pelo desemprego para argumentar que as leis contra a imigração nos Estados Unidos e na Europa haviam condenado à fome os japoneses e que só pela força poderiam encontrar os territórios necessários para seu excedente demográfico: a população havia crescido de trinta milhões de habitantes, no período Meiji, para 65 milhões em 1930. O resultado não se fez esperar: em 1931 o exército japonês invadiu a Manchúria. Apesar da oposição do jovem imperador Hirohito (que subiu ao trono em 1926), os militaristas conseguiram impor sua vontade. Em 1933, o Japão retirou-se da Liga das Nações e fez da Manchúria a base para o novo império asiático que pretendia instaurar. Em 1937 iniciou uma guerra não declarada contra a China. Em setembro de 1940 firmou um pacto com a Alemanha e a Itália. A entrada na segunda guerra mundial foi o passo seguinte. O ataque de surpresa dos japoneses à base militar americana de Pearl Harbor, no Havaí, em 7 de dezembro de 1941, obrigou os Estados Unidos a entrarem na guerra. Os primeiros meses foram favoráveis ao Japão, que se apoderou rapidamente das Filipinas, Indonésia, Indochina e Malásia. No entanto, a partir de 1943, as forças americanas começaram a vencer a guerra. As bombas atômicas lançadas pelos Estados Unidos sobre Hiroxima, em 6 de agosto de 1945, e sobre Nagasaki, três dias depois, aceleraram a rendição japonesa.
Período do pós-guerra
O general americano Douglas MacArthur, chefe das forças de ocupação aliadas no Japão, recebeu o encargo de desmilitarizar e democratizar o país. A nova constituição democrática do Japão, revisada por MacArthur, foi promulgada em 3 de novembro de 1946 e entrou em vigor em 3 de maio de 1947. Em 1951 firmou-se a paz com o Ocidente e no ano seguinte o Japão recuperou sua soberania. Reduzido aos limites que tinha antes do período Meiji e sem a obrigação de sustentar a máquina militar, o país apresentou notável crescimento econômico. O superávit comercial converteu-o em potência financeira. A vida política japonesa viu-se dominada, entretanto, pelo Partido Liberal Democrático, que governou com uma sucessão de primeiros-ministros a partir de 1955. Entretanto, os escândalos financeiros e pessoais em que se viram envolvidos alguns deles, como Tanaka Kakuei -- que teve que deixar o poder em 1974 -- e Takeshita Noboru -- que renunciou em 1989 --, fortaleceram a oposição. Como reação, o Partido Liberal Democrático decidiu apoiar uma nova geração de políticos, liderada por Kaifu Toshiki. Nesse mesmo ano morreu o imperador Hirohito, que foi sucedido por seu filho Akihito. Em 1993, pela primeira vez desde 1955 assumiu a chefia do governo um primeiro-ministro não pertencente ao Partido Liberal Democrático -- Hosokawa Morihiro, do Novo Partido Japonês

A Era dos Samurais

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Eles existem desde o século VIII, mas foi entre o Período Kamakura, iniciado em 1192, até a Restauração Meiji, em 1867, que os samurais tiveram sua época áurea no Japão. A Restauração Meiji é o marco do início do fim da estrutura feudal japonesa, o início da industrialização do país e o fim dos samurais enquanto servidores do imperador. Mas como os samurais chegaram a ter este status? É isso que vamos tentar explicar agora.
Samurais: servidores de valor:
Devido seu isolamento do resto do mundo – em especial o fim do contato direto com a China, principalmente após a invasão de Gengis Khan àquele país – a sociedade japonesa teve um desenvolvimento bem peculiar, com características que nós dificilmente encontramos em outros povos.
Querem um exemplo recente? Os vários jornalistas ocidentais estão no Japão cobrindo os recentes acontecimentos após o grande terremoto que causou um tsunami em março deste ano. Mesmo com lugares completamente destruídos e outros carecendo de abastecimento básico de água e alimentos, TODOS os jornalistas fazem questão de destacar a forma ordeira, disciplinada e educada com que os japoneses lidam com este grave problema, sem causarem tumultos, brigas e confusões. É inegavelmente um aspecto cultural que não é muito comum em outras sociedades do mundo.
Honra, perfeição, justiça e lealdade. Parte desta disciplina e deste respeito comuns na cultura japonesa são heranças dos samurais. Para quem não sabe – e eu também não sabia antes de pesquisar – , em japonês o termo samurai quer dizer “aquele que serve”. Os garotos eram iniciados no Bushido, o “caminho do guerreiro”, e assim aprendiam o Kobuto, a arte marcial dos samurais. Aqui cabe uma informação: todo samurai era um bushi, “guerreiro”, mas nem todo bushi era um samurai. Entenderam?
Aqueles que tinham melhores habilidades de luta e de manuseio da katana e da wakizashi – as duas espadas samurais – acabavam contratados por um senhor, normalmente dono ou responsável direto das terras próximas, nomeado pelo imperador. Viravam cobradores de impostos e auxiliavam na administração das terras.
A “wakizashi” é a espada menor, e a “katana”, a maior. Ainda existe a “tanto”, que é uma espécie de adaga, também usada pelos samurais.
Após a guerra entre dois grandes grupos, os Guenjis e os Heishis, já no século XII, é que os samurais passam a ocupar funções militares no Japão. Os Guenjis venceram a guerra, valendo-se do fato de que a aristocracia Heishi afastou-se das práticas militares e buscado garantir o controle de suas terras de forma diplomática e burocrática.
Minamoto-no Yoritomo, “chefe” dos Guenjis, temia que seus subordinados caíssem nos mesmos erros dos Heishis, e preferiu transferir sua sede governamental de Kyoto para a região de Kamakura. Na ocasião o imperador Takahira ainda era muito novo – estima-se que em 1192 ele tinha apenas 12 anos – nomeou Yoritomo como “Shogun”, ou general dos generais, ou “generalíssimo”. Algumas fontes dizem que o próprio Yoritomo proclamou-se generalíssimo.
Independente de quem nomeou quem, a instituição imperial japonesa perdeu um pouco da força, mas acabou ganhando um séquito de leais defensores.
A consolidação do Shogunato:
Yoritomo organizou a estrutura japonesa de forma que havia uma certa <dependência de ambas as partes que, de certa forma, mandavam no povo. A casa imperial passou a demonstrar força absoluta com os samurais ao seu lado, e os samurais, por sua vez, controlavam a estrutura feudal com a bênção divina do imperador.
Mas um evento em especial vai ajudar muito na união do povo japonês e na consolidação da força dos samurais: as tentativas de invasões mongóis ao Japão.
Kublai Khan, neto de Gengis Khan, após invadir e conquistar a Coréia tentou também invadir o Japão por duas vezes: em 1274 e 1281.
A primeira invasão, desejada pelo Khan desde 1268, só foi possível em 74 pois os mongóis não tinham uma frota marítima que pudesse transportar muitos soldados para a invasão. Centenas de barcos foram construídos para este fim – estima-se um número entre 700 e 800 embarcações – e cerca de 44 mil soldados, entre mongóis, chineses, tártaros e coreanos zarparam do sul da Coréia em direção ao Japão. Após os mongóis vencerem os japoneses em Tsushima, eles aportaram na baía de Hakata. Ali também venceram os exércitos japoneses, liderados pelos samurais, que tiveram que bater em retirada para fortificações que ficavam mais no interior da região, na tentativa de reorganizar a defesa.
E aí aconteceu uma coisa bem interessante…
O Kami kaze:
Pilotos suicidas defendendo o Japão no século XIII? Nada disso…
Os mongóis venceram a batalha em Hakata e à noite voltaram para seus barcos. Ali, na segurança do porto e na alegria da vitória eles provavelmente festejaram e foram dormir. De madrugada um “vento divino” – um verdadeiro tufão – levou os barcos para bem longe do litoral, afundou muitos outros e acabou por dispersar TODA a frota mongol.
Este é o real significado da expressão kami kaze, ou kamikaze: “vento divino”, ou “vento dos deuses”.
Khan não desanimou. Após subjugar a dinastia Song em 1279 e enviar emissários algumas vezes para o Japão exigindo a submissão do imperador – fato este que nunca foi aceito nem pelo imperador sequer pelos samurais – uma nova grande invasão foi planejada e executada em 1281.
Desta vez, estima-se que 4400 barcos levaram cerca de 140 mil guerreiros para invadir o Japão. Duas frentes foram montadas: uma saiu da Coréia e outra do rio Yangtze, na China. Mais uma vez os samurais defenderam bravamente a região de Hakata, só que desta vez com fortificações e barcos bem mais robustos do que os que existiam em 74.
Os soldados de Khan que saíram da China sofreram um pequeno atraso, é verdade, mas um novo tufão destruiu muitos barcos mongóis, desfalcando consideravelmente a frota de Khan.
Esta providência dos ventos – e óbvio, a coincidência de acontecerem justamente durante uma grande invasão e ajudarem na destruição da frota inimiga – levou os japoneses a acreditar que seu país era protegido pelas forças divinas. Como já foi citado, os samurais dominaram o Japão por séculos, até a Restauração Meiji. Influenciaram todo um povo e uma cultura, e seus rastros estão presentes no Japão até hoje.
Fontes:
Se você quiser saber um pouco mais sobre o Período Kamakura e os samurais, eu recomendo esta página sobre História do Japão – tem muitas outras informações interessantes – ou então esta página escrita por Francisco Handa, doutor em História pela UNESP. Ele faz um apanhado de informações valiosas sobre o passado do Japão.
Também recomendo que vocês assistam os filmes “Os Sete Samurais”, o clássico de Akira Kurosawa e “O Último Samurai”, aquele que tem o Tom Cruise e o Ken Watanabe e que, se não chega aos pés da primeira indicação, vale pelas referências históricas aos samurais.

Os Samurais

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Em um Japão de guerras, dividido em feudos e alvo constante de disputas de terras entre os séculos X e XI, surgiu uma espécie de guerreiro que mudou para sempre a história do país. Mais que isso, ajudou a unificar o arquipélago e fazer dele uma nação. Esses guerreiros eram os samurais.
Exímios praticantes de artes marciais e dotados de controle sobre seu corpo e mente, os samurais tiveram como função primordial defender os senhores feudais a quem serviam. Mais tarde, tornaram-se tão poderosos que ultrapassaram os limites dos feudos e acumularam influência política e militar.
O termo samurai significa literalmente “aquele que serve” e designa o compromisso vitalício desses guerreiros com seus senhores nos tempos do Japão feudal. Inseparáveis de suas katanas (espadas longas), alguns samurais ainda utilizavam uma wakizashi (espada curta). O duplo conjunto de espadas, chamado de dai-shô, era um privilégio exclusivo dessa classe social. Se sua honra era ferida ou se a missão falhava por sua culpa, o samurai cometia o harakiri ou seppuku, o suicídio ritual com a própria espada, cortando o ventre. A vida era entregue, pois sem honra não havia porque um samurai viver.
Na sociedade japonesa, esses guerreiros dispunham de imenso poder. Tinham o direito de executar qualquer pessoa hierarquicamente inferior - fazendeiros, artesãos e comerciantes - que incomodasse os samurais ou que não se mostrasse respeitosa com seus superiores. Por isso, eram figuras bastante temidas. Apesar da violência associada a esses guerreiros, ser um samurai era muito mais que ter habilidade para decepar cabeças. Era preciso também ter um espírito puro para servir o seu senhor e lutar.
O hakama, calças largas que se estendem para os lados, era utilizado apenas por eles. É que, além de servir para esconder os pés do lutador e impedir que o inimigo conhecesse seus movimentos, cada prega do hakama simboliza uma das sete virtudes que um samurai deve ter: a honestidade, a lealdade, a coragem, a perseverança, a benevolência, a compaixão e a sinceridade. Por isso só um samurai de verdade poderia utilizá-lo.
O verdadeiro samurai era aquele pertencente à classe social dos samurais. Muitos dos guerreiros japoneses já nasceram em uma família de militares. Isso significa que, desde crianças, eram introduzidos ao código de conduta samurai (o bushido) e aos treinamentos em artes marciais e com a espada.
Espada em punho: Na época das grandes guerras não havia nenhuma regra sobre segurar a espada com a mão direita ou a mão esquerda. Um exemplo famoso é de Musashi Miyamoto, que lutava com duas espadas. Alguns estudiosos afirmam que ele era canhoto. Embora os primeiros samurais tenham surgido no século X, sua importância na sociedade japonesa foi marcante a partir do início do século XI, quando o clã que comandava o Japão na época, o Fujiwara, começou a perder poder. Por conta disso, a segurança das terras ficou comprometida, fazendo com que vários proprietários contratassem samurais para se defender. Mais tarde surgiram os clãs militares e os samurais ganharam notoriedade nacional.
Na era Heian, no século XII, duas famílias, Minamoto e Taira, tornaram-se poderosas no império nipônico. Os Taira assumiram os cargos na administração imperial e os Minamoto lutavam em guerras para dominar o território do norte da ilha de Honshu. Na era Muromachi, o poder dos guerreiros japoneses cresceu. O período foi marcado pela guerra civil, que ficou conhecida como Sengoku Jidai. Um dos motivos da guerra, que teve início em 1463 e terminou em 1573, foi o fato de o então shogum Ashikaga Takaushi não ter pago o que havia prometido para os samurais que lutaram por ele. Nessa época, a demanda por samurais aumentou muito. A organização social rígida na qual os guerreiros tinham de escolher entre ter uma vida rural, nas fazendas, ou servir nos castelos começou com o shogum Toyotomi Hideyoshi, em uma tentativa de unificar o país. Foi instaurada uma lei que permitia somente a samurais utilizar espadas. No período Edo, a classe dos samurais era a mais alta. Eles eram forçados a morar em cidades ao redor de castelos, sob o comando dos shoguns. A fase áurea dos guerreiros se deu no shogunato dos Tokugawa, quando os samurais tornaramse notáveis pela eficiência na administração nacional. Com a queda do castelo de Osaka, em 1615, o último grande rival dos Tokugawa foi morto, e uma relativa paz perdurou no Japão por 250 anos, fazendo com que os samurais entrassem em desuso. Em 1868, com a restauração Meiji, o sistema feudal japonês foi derrubado e a classe de samurais foi abolida. O uso das espadas foi proibido, mas o espírito samurai sobreviveu. Até hoje, os valores de lealdade, aperfeiçoamento, dedicação e outras virtudes dos samurais estão presentes na sociedade nipônica e são parte da identidade nacional.

As eras dos samurais
Rito de passagem: Alguns chegavam a raspar parte dos cabelos. A área raspada, chamada de sakayaki (lua da testa), servia como um vão de ventilação para evitar o calor na cabeça e prevenir mal-estar.
HEIAN (794 - 1185)
A nobreza domina o Japão com seus vastos latifúndios. Os camponeses vendem suas terras aos nobres para poder fugir da vida miserável. O governo perde o poder e a família Fujiwara amplia sua influência política.
KAMAKURA (1192 - 1333)
Surge o shogunato em Kamakura e a classe samurai se estabelece.
MUROMACHI (1333 - 1573)
O shogunato de Ashikaga Takauji se fixa em Kyoto. Guerras civis conturbam o período, permitindo a ascenção de senhores feudais mais fortes, mesmo os de classe inferior.
AZUCHI MOMOYAMA (1573 - 1603)
Nobunaga derruba o shogunato, mas não conclui a unificação do Japão, pois morre em 1582. Quem o sucede é Toyotomi Hideyoshi. São construídos castelos. Surgem a cerimônia do chá e o nô.
EDO (1603 - 1868)
Após uma época de guerras, esse período é marcado por dois séculos de paz. Houve o fechamento de portos para nações estrangeiras e a proibição do cristianismo. O Japão se fecha e a família Tokugawa adota medidas rígidas e conservadoras para manter o xogunato, agora em Edo, atual Tokyo. São estabelecidas quatro classes distintas: samurais, agricultores, artesãos e comerciantes, sendo a primeira a mais poderosa. A queda do shogunato se dá após dificuldades internas e a abertura dos portos. É a Restauração Meiji.
Bushido
Herança familiar: A família da princesa Masako, esposa do príncipe Naruhito, era de samurais. Owada Shinroku era samurai do senhorio de Murakami. Como se tornar um grande samurai? Espírito guerreiro e força de vontade são essenciais, mas somente isso não formava um samurai no Japão. É preciso saber o que fazer na hora certa, pois não há muito tempo para pensar. O inimigo não espera.
Se a família pertencia à classe samurai, o guerreiro já nascia um deles. Desde a infância sabia que deveria seguir o bushido, o código de conduta dos samurais. Era instruído e treinado para ser um samurai. O bushido era ensinado oralmente, de geração em geração, de mestre para discípulo. Uma das tentativas de colocar em palavras o bushido foi o livro Hagakure, de 1716, que constitui-se de 11 volumes. Nele, Tashiro Tsuramoto recolheu os ensinamentos de Yamamoto Tsunetomo, samurai que deixou a luta para virar monge.
Segundo o bushido, para o samurai, viver é estar preparado para a morte, é saber morrer. O Ukiyo-e é produzido ainda hoje e é influente de várias formas, inspirando, por exemplo, alguns mangás. (Desenhos em estilo ukiyo-e figuram, entre outros, nos mangás de Lobo Solitário e Filhote).
Não que o código defenda o suicídio ou a morte por motivos tolos, mas que se o samurai tiver que morrer, que não resista, que o faça com a devida honra. Ele não podia dar sinais de sofrimento até cair morto e devia agüentar a dor sem pestanejar. A virtude suprema para o Bushido era a lealdade. O samurai era educado para servir. Servir com lealdade, prontamente, incondicionalmente. A lealdade é levada a um nível supremo pelos samurais, que dariam a sua vida pelo seu senhor.

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:: SURGE O XOGUN
Sob um regime espartano, o Japão conhece a paz e a guerra e consolida uma classe atípica: a dos samurais.
Onde está o segredo do milagre japonês? De que forma o Japão conseguiu se tornar a segunda potência econômica do mundo? Perguntas como estas saltam das bocas de nós, ocidentais, com freqüência. Para respondê-las, no entanto, não é fácil se não retornarmos à sua formação histórica. Até a segunda metade do século XIX, o Japão mergulhou num longo período, que ficou marcado pelo domínio dos samurais, com o xogun à frente do governo.
Principalmente nos 265 anos do xogunato Tokugawa, período em que floresceu uma cultura tipicamente nacional, o país se isolou completamente do mundo. O caráter do japonês é uma das remanescências dessa época. Quem sabe, essas influências talvez tenham pesado no seu sucesso?

Quem era o xogun

Antes de entrar na era moderna, que só aconteceu com a Reforma de Meiji em 1868, o Japão mergulhara cerca de 700 anos num período em que a casta que determinava os destinos da nação era formada por uma soldadesca corporativa denominada samurai. Os samurais, rudes e disciplinados oriundos do campo, surgiram justamente para defender a posse da terra o que acabaria provocando, mais tarde, o feudalismo japonês. A agricultura era, então, a principal riqueza e as sacas de arroz, a moeda de maior valor.
A nação nipônica sempre foi unificada através do Imperador. No entanto, com o apogeu dos samurais, o Imperador perdeu o poder junto com a aristocracia urbana e decadente. Passou então a ficar isolado no castelo em Kyoto, enquanto que o primeiro xogun, Yorimoto Minamoto, (generalíssimo que passou a administrar o Japão) mudou-se habilmente para Kumamoto. As outras famílias samurais que ganharam a estima da casa Imperial (Fujiwara e Taira), por outro lado, em vez de se fortalecerem, acabaram se deteriorando junto com a luxuosidade e conforto em que viviam os aristocratas.
Davas início, assim, ao controle do país pelos xoguns, samurais que, pela linhagem, tinham algum parentesco com a família Imperial. Os xoguns governavam em nome do Imperador e como unificador da nação e, para se conseguir essa unificação formava alianças com outros chefes samurais, eliminavam sumariamente os inimigos e as resistências através da força militar. Nesse tempo, o Japão era uma nação armada. Vale lembrar que, para os Minamoto derrotarem os seus arquiinimigos – Atira – chegarem ao poder, muito sangue foi derramado.
No último ano de Minamoto (1192-1333), houve uma tentativa de volta ao regime Ritsuryo (Imperador com poder), fato que ficou conhecido na história como Restauração Kemmu. Sem sucesso, porém, logo um outro xogunato foi implantado, a família Ashikaga (1338-1573). A restauração Kemmu durou apenas três anos.
Com Ashikaga, Kyoto retornou a capital, tendo o governo centralizado no Palácio das Flores. Durante esse governo, rebeliões nas aldeias por posse de terra, conhecidas por “Onin no Ran”, abalaram o sistema. Mas o país conheceu também as belezas das artes plásticas e intelectuais, com a construção do Pavilhão de Ouro (Kinkakuji) e o Pavilhão de Prata (Guinkakuji), além de testemunhar o surgimento do teatro Nô. No final de xogunato Ashikaga, no entanto, iniciou-se o Período “Sengoku Judai”, guerras civis que se alastraram entre os feudos e que culminaram com o desmantelamento do país.
Foi nessa época que o primeiro ministro ocidental chegou ao Japão. O mercador português, Fernão Mendes Pinto, em 1542, encalha nas praias de Kagoshima (antiga Satsuma) impelido por um temporal.

Aportam os Estrangeiros

A partir de Mendes Pinto, a rota para o Japão ficou reservada aos interesses da coroa portuguesa. De um lado, encontravam-se os jesuítas, de outro, os comerciantes. Tudo isso fez com que a configuração da história japonesa mudasse de rumo: a arma de fogo foi introduzida ao lado da fé cristã.
As guerras internas continuaram e enfraqueceram o xogunato Ashikaga, enquanto que nos campos de batalha surgiam líderes sequiosos pelo poder. O primeiro deles foi Nobunaga Oda que, após muitas vitórias, acaba por ser traído e assassinado; vingado, porém pelo seu protegido Hideyoshi Toyotomi, que se torna seu sucessor. A unificação do país é conseguida através de guerras sucessivas entre as forças governamentais e os feudos rebeldes.
O livro Xogun mostra a chegada de um piloto inglês no comando de uma galera de bandeira holandesa bem no período que antecedia a derradeira batalha de Sekigawa em 1600. O piloto, ao qual se refere o livro Xogun é na verdade, Willian Adams, que se tornou conselheiro predileto de Ieyasu, o primeiro xogun da dinastia Tokugawa. Adams acaba os seus dias morrendo no Japão por ser impedido de retornar à sua terra, como mostra o romance.
No governo nas mãos dos Tokugawa (1603-1868), com capital transferida para Edo, uma nova política foi adotada: a do isolamento do país a qualquer interferência externa. O comércio foi abolido, os estrangeiros expulsos e a religião cristã proscrita. Com isso, o xogun pretendeu defender os interesses nacionais, provocando a auto suficiência e a paz. Para manter a tranqüilidade almejada, Ieyasu utilizou-se de alianças e manteve em seu castelo a família dos chefes militares das províncias.
No período Tokugawa, de quase dois séculos e meio, formou-se a verdadeira face para se chegar ao japonês atual. Sem se preocupar com improváveis guerras, a vida urbana ganhou impulso, enquanto se consolidava o impulso japonês. Nem mesmo a Reforma Meiji veio modificar totalmente as regras que regulavam o espírito dos samurais. Tanto isso é verdade que usa-se o termo “samurai moderno” para os empresários japoneses. Tudo que acontece hoje em dia volta-se um pouco para os 700 anos de domínio samurai, em particular ao que a era Tokugawa transmitiu.

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